Ano Santo Mariano

quarta-feira, 27 de novembro de 2013


CELEBRAÇÃO DAS VÉSPERAS NA COMUNIDADE
DAS MONJAS BENEDITINAS CAMALDULENSES

Mosteiro de Santo Antão Abade - Roma
Quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Contemplamos aquela que conheceu e amou Jesus como nenhuma outra criatura. O Evangelho que escutamos mostra a atitude fundamental com a qual Maria expressou o seu amor por Jesus: fazer a vontade de Deus. “Aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12,50). Com esta palavra Jesus deixa uma mensagem importante: a vontade de Deus é a lei suprema que estabelece a verdadeira pertença a Ele. Portanto, Maria instaura uma ligação de parentesco com Jesus antes ainda de dar-lhe à luz: torna-se discípula e mãe de seu Filho no momento em que acolhe a palavra do Anjo e disse: “Eis aqui a serva do Senhor: Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Este “Faça-se” não é somente aceitação, mas também abertura confiante ao futuro. Este “faça-se” é esperança!

Maria é a mãe da esperança, o ícone mais expressivo da esperança cristã. Toda a sua vida é um conjunto de atitudes de esperança, a começar do “sim” no momento da anunciação. Maria não sabia como poderia tornar-se mãe, mas confiou-se totalmente ao mistério que estava para cumprir-se, e tornou-se a mulher da espera e da esperança. Depois vemo-la em Belém, onde aquele que lhe foi anunciado como o Salvador de Israel e como o Messias nasce na pobreza. Em seguida, enquanto encontra-se em Jerusalém para apresentá-lo no templo, com a alegria do velho Simeão e Ana ocorre também a promessa de uma espada que lhe atravessaria o coração e a profecia de um sinal de contradição. Ela toma consciência que a missão e a própria identidade daquele Filho, superam o seu ser mãe. Chegamos depois ao espisódio de Jesus que se perde em Jerusalém e vem chamá-lo: “Meu filho, porque fizeste isso conosco?” (Lc 2,48), e a resposta de Jesus que se subtrai às preocupações maternas e volta-se às coisas do Pai celeste.

No entanto, diante de todas estas dificulades e surpresas do projeto de Deus, a esperança da Virgem não vacila jamais! Mulher de esperança. Isto nos diz que a esperança se nutre da escuta, da contempalção, da paciência para que amadureça o tempo do Senhor. Também nas núpcias de Caná, Maria é a mãe da esperança, onde se faz atenta e solícita pelas coisas humanas. Com o início da vida pública, Jesus torna-se o Mestre e o Messias: a Senhora olha a missão do Filho com exultação, mas também com apreensão, porque Jesus torna-se sempra mais aquele sinal de contradição que o Velho Simeão lha havia preanunciado. Aos pés da cruz, é mulher da dor e ao mesmo tempo de vigilante espera de um mistério, maior que a dor, que está para realizar-se. Tudo parece realmente acabado, cada esperança pode-se dizer apagada. Ela também, naquele momento, recordando a promessa da anunciação poderia ter dito: não foi cumprida, eu estava enganada. Mas não disse. No entanto ela, feliz porque acreditou, por esta sua fé vê florescer um novo futuro e aguarda com esperança o amanhã de Deus.

Às vezes penso: nós sabemos esperar o amanhã de Deus? Ou queremos hoje? O amanhã para ela é a aurora da manhã de Páscoa, daquele primeiro dia da semana. Faz-nos bem pensar, na contemplação, no abraço do filho com a mãe. A única lâmpada acesa no sepulcro de Jesus é a esperança da mãe, que naquele momento é a esperança de toda a humanidade. Pergunto a mim e a vós: nos mosteiros está ainda acesa esta lâmpada? Nos mosteiros espera-se o amanhã de Deus?

Devemos muito a esta Mãe! Nela, presente em cada momento da história da salvação, vemos uma sólida testemunha de esperança. Ela, mãe de esperança, nos sustenta nos momentos de escuridão, de dificuldade, de desânimo, de aparente derrota, ou de verdadeiras derrotas humanas. Maria, nossa esperança, nos ajude a fazer de nossa vida uma oferta agradável ao Pai celeste, e um dom alegre para os nossos irmãos, uma atitude que olha sempre o amanhã.

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco
Evangelii Gaudium

sexta-feira, 22 de novembro de 2013


No coração ressoa estas palavras da Mãe Santa Clara na alegria e ação de graças pela Profissão Solene e Perpétua de nossa querida Irmã Maria Clara de Jesus: “Agora, irmã e esposa do sumo Rei dos céus. Desejo-lhe as alegrias da salvação e o melhor que se possa desejar no autor da salvação... Tenho a maior alegria e transbordo com a maior exultação no Senhor ao saber que está cheia de vigor... Ouvi dizer e estou convencida de que você completa maravilhosamente o que falta em mim e nas outras Irmãs para seguir os passos de Jesus Cristo pobre e humilde. Eu me alegro de verdade, e ninguém vai poder roubar-me esta alegria... Eu a considero, num bom uso das palavras do Apóstolo, auxiliar do próprio Deus, sustentáculo dos membros vacilantes de seu corpo inefável” (3CtIn).

Domingo, dia 10 de novembro, o Santuário de Santa Clara estava repleto com a presença dos familiares, amigos, benfeitores e fiéis que conosco vieram render graças pela consagração definitiva de nossa querida Irmã Maria Clara e este momento se tornou ainda mais significativo, pelo fato dela ser em nossa Comunidade a primeira vocação da Diocese depois que Dom Mariano assumiu como Bispo e que a nossa Fundação ficou aos cuidados das Irmãs do Mosteiro de Caicó.

Assim, toda a Diocese estava em festa e voltada para o Santuário com transmissão ao vivo da FM Santa Clara e da Rádio Rural de Mossoró (rádio da Diocese). O canal de TV a cabo da nossa Cidade, a TCM gravou para depois apresentar em sua programação durante a semana e muitas pessoas depois nos procuraram para comentar que tinham visto ou ouvido, demonstrado a sua alegria e gratidão por tão singular dom na vida da Igreja em nossa Diocese.



Era visível a todos o contentamento e satisfação no rosto de nosso Bispo Dom Mariano, momento este que ele expressou por diversas vezes que fazia questão em presidir. Concelebraram com ele o Padre Sátiro (reitor do Santuário de Santa Clara), o Padre Valdeci (pároco de São Miguel-RN, Cidade natal de Irmã Clara), o Padre Crisanto (reitor do Seminário Santa Teresinha / Mossoró-RN), o Padre Jerônimo (reitor do Seminário Santo Cura d’Arns / Caicó-RN), o Padre Augusto (vice-reitor do Seminário Santa Teresinha / Mossoró-RN) e o Frei Edson, OFM (pároco do Alto da Conceição / Mossoró-RN).

Dom Mariano em sua homilia expressou a sua gratidão pela presença do nosso Mosteiro na Diocese: “para-raios”; presença orante que como Moisés no monte intercedia continuamente pelo Povo de Israel de braços erguidos. Salientou da “resposta de fé” dada pela Irmã Clara, pois “o mundo tenta abafar em nós a voz de Deus, mas há jovens que respondem ao mundo com uma resposta de fé. A Irmã Clara hoje oferece a sua vida para sempre. Responde ao mundo com a sua própria vida que a voz de Deus é mais forte. Responde que SÓ DEUS BASTA!”. Dirigindo-se a professanda disse: “A sua vida, Irmã Clara, e o seu testemunho invisível aqui no Mosteiro, é uma graça para nós” e dirigindo-se às Irmãs: “Esse Mosteiro são os braços que se levantam a Deus por nossa Diocese”.

O rito da Profissão transcorreu conforme o cerimonial, tendo como um dos momentos fortes a ladainha de todos os Santos onde a irmã se prostra no chão: despojamento, kênosis, minoridade, morte-vida... realidades e vivências que nos vem ao coração ao contemplar tão singular instante... quando os Santos e Santas são invocados pelo canto o Céu se abre e como a escada no sonho de Jacó, a comunicação é feita: a corte celeste, tendo à frente o Esposo, Sua Mãe e Rainha e os nossos Seráficos Pais Francisco e Clara. Eles descem para acolher tão nobre e bela oferta e levar ao Trono do Pai das misericórdias que se dignou escolher e chamar à vocação clariana.



Ao termino da celebração a neoprofessa recebeu os cumprimentos dos celebrantes, familiares, amigos e fieis no Santuário e depois se dirigiu ao locutório para a confraternização.

Vieram algumas irmãs do Mosteiro de Caicó, as queridas Irmã Maria Pacífica, Irmã Maria Christiana e Irmã Maria Fernanda que fraternalmente nos ajudaram nos preparativos e na celebração. Nossa gratidão à querida Madre Maria Amábilis e as Irmãs por sua generosidade para com a nossa Comunidade.



Estando sob as bênçãos do Ano da Fé agradecemos ao glorioso Pai de Cristo pelo imenso benefício da nossa vocação e ao contemplar o chamado e a vocação da nossa querida Irmã Clara brotam com fé e no júbilo do Coração de Maria, Mãe e Rainha nossa, como se fossem novas, mas sempre atuais as palavras da Mãe Santa Clara em seu Testamento: “Entre outros benefícios que temos recebido e ainda recebemos diariamente da generosidade do Pai de toda misericórdia e pelos quais mais temos que agradecer ao glorioso Pai de Cristo, está a nossa vocação que, quanto maior e mais perfeita, mais a Ele é devida. Por isso diz o Apóstolo: ‘Reconhece a tua vocação’(cf. 1Cor 1,26)”.


Em louvor de Cristo!
Amém.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


Nos mosteiros, a lâmpada da esperança ainda está acesa?”, pergunta o Papa Francisco 
O Papa Francisco foi, na tarde desta quinta-feira, a um convento das monjas Beneditinas Camaldulenses do Aventino, em Roma, para rezar as vésperas com elas e celebrar, dessa maneira, o Dia Pro Orantibus. E dali pediu a Maria, mulher da esperança, para que os mosteiros sejam “lâmpadas acesas que olhem para a manhã de Deus”.

A reportagem é de José Manuel Vidal e publicada no sítio Religión Digital, 21-11-2013. A tradução é de André Langer.


Com suas vozes claras e bem entoadas e seus hábitos brancos, as monjas vão cantando os diversos salmos, após realizar o rito do incenso. Há irmãs de todas as raças e idades. Predominam as europeias, mas também há africanas e asiáticas.

O Papa reza (sem cantar), seguindo a salmodia das irmãs. Está acompanhado de mons. Fisichella, de seu mestre de cerimônias, Marini, e de mons. Gaenswein.

Após a salmodia, a proclamação do Evangelho do dia, realizado por uma monja. O Papa escuta atentamente: “Quem são a minha mãe e os meus irmãos?”

O Papa senta-se para falar. Não é comum vê-lo falar sentado.

“Maria torna-se discípula e mãe de seu Filho”.

“Não é apenas aceitação, mas também abertura confiante ao futuro, é esperança”.

“Maria é a mãe da esperança, o ícone mais expressivo da esperança cristã”.

“Maria, a mulher da esperança”.

“A missão é a própria identidade de seu Filho”.

“A esperança da Virgem jamais vacila”.

“A esperança se nutre da escuta, da contemplação e da paciência, para que os tempos do Senhor amadureçam”.

“Esperar com esperança a manhã de Deus”.

“Nos fará bem pensar, na contemplação, no abraço do Filho com a Mãe”.

“Pergunto a mim e a vocês: Nos mosteiros, a lâmpada da esperança ainda está acesa? Espera-se neles a manhã de Deus?”

“Ela nos sustenta no momento de obscuridade, dificuldade e aparente derrota”.

“Que nos ajude a fazer da nossa vida um dom alegre para os nossos irmãos”.

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"A única lâmpada acesa no sepulcro de Jesus é a esperança da mãe", disse o Papa Francisco na visita ao Mosteiro Camaldulense

O Papa Francisco dirigiu-se na tarde desta quinta-feira (21), ao Mosteiro de Santo Antônio Abade, das Monjas Beneditinas Camaldulenses, localizado no Aventino, uma das sete colinas de Roma. A visita insere-se na conclusão do Ano da Fé e foi realizada no ‘Dia pela vida contemplativa’, instituído em 1953 pelo Papa Pio XII como Jornada Pro orantibus.

O Santo Padre foi acolhido pela Abadessa Irmã Michela Porcellato, dirigindo-se imediatamente à igreja onde estavam reunidas 21 Monjas da Comunidade. O Pontífice presidiu a Celebração das Vésperas segundo a regra camaldulense, seguida de um momento de Adoração. Após, falou aos presentes.



Partido do Evangelho lido na oração das Vésperas, Francisco centrou sua reflexão em Maria, mulher da esperança. A palavra ‘faça-se’ - usada por Maria na expressão ‘Faça-se em mim segundo a tua Palavra’ – “não é somente uma aceitação, mas também uma abertura confiante ao futuro. Este ‘faça-se’ – disse o Papa - é esperança”.

Após recordar que “Maria é a mãe da esperança, o ícone mais expressivo da esperança cristã”, o Papa Francisco percorreu brevemente alguns momentos marcantes da sua vida, observando que “diante de todas estas dificuldades e surpresas do projeto de Deus, a esperança da Virgem não vacilou nunca! Mulher de esperança! Isto nos diz que a esperança nutre-se da escuta, da contemplação, da paciência, para que os tempos de Deus amadureçam”.



Ao recordar o momento em que Maria estava aos pés da Cruz, o Santo Padre observou que ela “é a mulher da dor e ao mesmo tempo da vigilante espera de um mistério, maior que a dor, que está para se cumprir. Tudo parece ter acabado, se poderia dizer que toda esperança apagou-se”, e acrescentou: “Também ela, naquele momento, poderia ter exclamado, recordando as promessas da Anunciação: ‘Isto não é verdade! Fui enganada!”.

“Mas ela é bem-aventurada porque acreditou e desta fé vê nascer um futuro novo e aguarda com esperança o amanhã de Deus”. E então dirigiu-se ao presentes perguntando:

“Nós sabemos esperar o amanhã de Deus ou queremos o hoje, o hoje, o hoje? O amanhã de Deus é para Ele o amanhecer daquele dia, do primeiro da semana. Nos fará bem pensar, na contemplação, ao abraço do filho com a mãe. A única lâmpada acesa no sepulcro de Jesus é a esperança da mãe, que naquele momento é a esperança de toda a humanidade. Me pergunto e também a vocês: nos Mosteiros esta lâmpada ainda está acesa? Nos mosteiros se espera o amanhã de Deus?”.

O Papa Francisco conclui sua reflexão dizendo que “devemos muito a esta Mãe! Nela, presente em cada momento na história da salvação, vemos uma testemunha sólida de esperança. Que ela, mãe da esperança, nos sustente nos momentos de escuridão, de dificuldade, de desconforto, de aparente derrota, nas verdadeiras derrotas humanas”.



Ao final da Celebração das Vésperas, o Papa encontrou a Comunidade das Monjas na Sala Capitular, retornando a seguir para o Vaticano.

FONTE: site da Radio Vaticana.

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Na Jornada Pro Orantibus, dedicada a todas as comunidades de clausura, o Papa Francisco visitará na tarde desta quinta-feira o Mosteiro de Santo Antônio Abade das Monjas Beneditinas Camaldolenses, localizado no Monte Aventino, em Roma. A visita que terá início às 17h locais, vai durar cerca de uma hora, e contará com um momento de oração com as monjas e um colóquio privado com a comunidade. Mas qual o clima que se respira no Mosteiro na véspera deste evento cheio de expectativas? Eis o que disse à Rádio Vaticano a abadessa, Madre Michela Porcellato:

R. – É o clima de cada dia, ritmado pela oração e pelo trabalho, mas certamente há algo mais: esta alegre expectativa de um evento que chegou como uma surpresa.

P. - Há qualquer iniciativa particular programada?

R. - A iniciativa que programamos neste momento é precisamente de intensificar mais a nossa oração, o nosso recolhimento, para desfrutar deste momento de alegria.

P. - Madre Michela, a vida em clausura em todas as épocas foi vista como uma escolha radical, às vezes incompreensível até mesmo para os que crêem. Como vocês se relacionam, hoje, com o mundo fora dos muros de seu mosteiro, em tempos - devemos dizer - de grande busca de visibilidade através dos meios de comunicação, de toda a atividade humana?

R. - Diria que o conceito de clausura após o Concílio também mudou de acordo com as Constituições de cada mosteiro. Certamente existem separações mais fortes em relação ao mundo exterior, e separações mais interiores. O conceito de clausura se refere à custódia do coração particularmente, e, portanto, não vimos a necessidade, nestes anos, de uma atualização sobre a clausura do nosso mosteiro, mesmo mantendo-se fiel aos valores fundamentais do significado da clausura, da separação. Então, não ficar fora do mundo, mas estar ainda mais dentro da história dos nossos tempos, precisamente através da preservação de si mesmo, do próprio coração, eliminando a raiz do mal que habita em nós através da graça do Senhor, para poder ser também testemunha da luz de modo mais autêntico. Sem, porém ter essa separação tão forte, porque pensamos que até mesmo um serviço do mosteiro no mundo exterior possa ser importante, como por exemplo, fazer conhecer mais a Palavra de Deus, acolher os hóspedes para a oração litúrgica, servir os pobres, cuidar dos peregrinos, e acima de tudo, acolher todas as necessidades do homem de hoje.

FONTE: Site da Radio Vaticana.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


Monsenhor Carballo: os mosteiros estão nas periferias da humanidade

Um agradecimento ao Senhor pelo dom "de tantas pessoas que, nos mosteiros e ermidas, dedicam-se a Deus na oração e no silêncio laborioso". Assim se expressou o Papa Francisco no final da audiência geral desta manhã, recordando a "Jornada Pro Orantibus", de amanhã, com a qual a Igreja celebra a vida contemplativa. O próprio Papa - que amanhã às 17 horas, visitará o mosteiro das Beneditinas Camaldolesi de Santo Antão Abade do Aventino - em seu encontro de outubro, com as Clarissas de Assis, havia exortado às claustrais não terem um sorriso de "uma aeromoça" e a serem "peritas em humanidade".

Alessandro de Carolis perguntou ao arcebispo José Rodriguez Carballo, OFM secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, como foi recebido este convite:


R. - Ele foi muito bem acolhido! E, devo dizer que foi um convite muito oportuno, porque às vezes se pensa que a seriedade da vida evangélica - também a clausura, a contemplação, etc . - opõe-se à alegria profunda que, se expressa também no sorriso, mesmo no rosto. Quem realmente entra em um relacionamento, numa relação profunda de amizade com Deus, como é a vida contemplativa, não pode deixar de sorrir, não pode deixar de se tornar um ícone do sorriso de Deus para a humanidade. E é também  muito oportuno quando se fala de "peritas em humanidade". Eu acredito que todos os consagrados, mas de uma maneira muito particular as monjas de clausura, devem ser especialistas em humanidade. Assim, o mosteiro é chamado a viver no cotidiano aqueles valores humanos que são a terra fértil onde pode crescer uma autêntica experiência de Deus.

P. - Papa Francisco pede com insistência à Igreja para alcançar às periferias existenciais. Como a vida claustral percebe essa exigência que é tão cara ao Papa?

R. - A vida de clausura é uma opção para uma forma de vida separada, mas isto não significa ser ausente e não quer dizer isolamento. A vida claustral não pode nunca, jamais, estar ausente das preocupações dos homens e mulheres de hoje, particularmente da humanidade ferida. Como se fazem presentes nestas periferias? Antes de tudo, alguns mosteiros estão fisicamente localizados nas periferias; eu conheço alguns mosteiros de Clarissas que estão no meio de uma comunidade que acolhe pessoas dependentes em drogas, e muitas vezes fazem também o acompanhamento espiritual, mesmo permanecendo fidelíssimas à clausura. Conheco, também, muitos mosteiros que dão as instalações para acolher as pessoas que, de outra forma, não teriam um teto. Eu acho que realmente a vida claustral está saindo de uma espécie de “estufa” no sentido de contato com a realidade, às vezes, muito mais do que se pensa.

D. - No mundo de hoje, uma grande parte vive "como se Deus não existisse", como podemos compreender a presença dos consagrados que, ao contrário, vivem com Deus todas as horas de suas vidas?

R. - Precisamente porque hoje existe uma grande parte que vive como se Deus não existisse, eu acredito que a vida contemplativa é mais atual do que nunca. O homem de hoje, especialmente no mundo ocidental, tem tantas coisas. Porém lhe falta tudo, porque lhe falta o Tudo, ou melhor, Aquele que é Tudo! Assim, as contemplativsa e as claustrais neste mundo são muito necessárias, porque nos indicam que Deus basta, que Deus pode preencher de sentido uma vida.

D. - No término da conferência dos estudos no Teresianum amanhã, o senhor traçará o ponto sobre os caminhos e as perspectivas da vida contemplativa hoje. Quais são, na sua essência, estes cenários ?

R. - Partirei do conceito de contemplação, porque acredito que nem sempre seja claro, mesmo na Igreja e também entre nós, eclesiásticos, porque muitas vezes a contemplação se pensa somente em relação às orações que alguém deve recitar. Claro, a contemplação necessita da oração, porém, a contemplação, no entanto, vai muito além; é uma relação profunda e íntima com o Senhor. Em seguida, tentarei demonstrar onde deve estar a vida consagrada. Neste sentido, ao contrário do que muitos pensam, a vida das claustrais é por natureza apostólica. Por isto, enfatizarei muito esta dimensão de estar  mesmo nas periferias humanas.

Ver o texto original click aqui.

JORNADA PARA A VIDA CONTEMPLATIVA
EM ORAÇÃO COM O PAPA FRANCISCO
E AS COMUNIDADES DE VIDA CONTEMPLATIVA
QUINTA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO - 16:45 HORAS

A Jornada para a Vida Contemplativa (“pro orantibus”) celebra-se todos os anos no dia 21 de Novembro, por ocasião da memória litúrgica da Apresentação de Maria no Templo.

Esta Jornada convida toda a Igreja a recordar como a vida contemplativa, conduzida no silêncio e longe do frenesim do mundo de hoje, seja de sustento fundamental para a vida de todos os baptizados, dos missionários e de toda a sociedade. Portanto, de modo particular nesta Jornada, toda a Igreja está também chamada a unir-se em oração pelos mosteiros com necessidades especiais.

Por ocasião desta Jornada durante o Ano da Fé, o Papa Francisco irá visitar o mosteiro das monjas camaldolesas de Santo António Abade no Aventino para rezarem juntos.

Unamo-nos espiritualmente a este momento de oração na quinta-feira, 21 de Novembro, a partir das 16.45 horas (hora de Roma), com o Papa Francisco e as comunidades de vida contemplativa de todo o mundo!

Para visualizar o texto original click aqui para ir no site do Ano da Fé.

domingo, 17 de novembro de 2013

Clarissa, Segunda Ordem
(1270-1336)
Nasceu na Espanha no ano de 1270. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação cristã. Também conhecida como Isabel de Aragão e de Portugal, Santa (1270-1336), rainha de Portugal. Casou com D. Dinis, rei de Portugal, em 1288, sendo filha de Constância de Aragão e Nápoles e Sicília, e de Pedro III de Aragão e neta de Jaime I. 
Foi entregue em casamento a Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, e já dava testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração, centrada na Eucaristia; ajudou a propagar a grande devoção à Nossa Senhora da Conceição. 
Aos 20 anos teve seu filho Afonso IV, que viveu muitos conflitos com o pai. Isabel era mulher de caridade e reconciliadora, vivendo isso a partir de sua família. Figura lendária, a sua bondade depressa a tornou querida dos pobres e desfavorecidos. 
Desempenhou papel de relevo nas tentativas de resolução dos desentendimentos surgidos entre o príncipe herdeiro, D. Afonso, e o rei. Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados. 
Uma de suas últimas obras de caridade talvez foi cuidar do seu próprio esposo, Dom Diniz que tanto a fez sofrer, e que precisava dos cuidados de Isabel. Ele ficou doente em 1324 e faleceu no ano seguinte. 
Após a morte do marido, em 1385, fixou residência em Coimbra, junto do Convento de Santa Clara, por sua ordem reconstruído e ampliado com um hospital para os pobres. Fundou em Leiria um recolhimento para mulheres e uma albergaria em Odivelas e ajudou à fundação do Convento da Trindade, em Lisboa, deixando em testamento consideráveis legados para conventos e hospitais. A partir de então Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha e recebeu o hábito como franciscana clarissa em Coimbra. 
Em 1336 saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho em Estremoz devido a um novo conflito familiar. Mesmo com 66 anos e enferma conseguiu chegar. Foi acolhida e ouvida por seu filho. Ali ela faleceu, mas foi enterrada em Coimbra como era seu desejo. Está enterrada em uma Igreja dedicado a ela. Foi beatificada em 1516 e canonizada, em 1625, pelo papa Urbano VIII.


Virgem da Segunda Ordem 
(1224-1292)

Recebe os nomes de: Cunegunda, Kunigunda, Kunegunda, Cunegundes, Kioga, Zinga, Kinga. Da dinastia real da Hungria, Cunegundes (Kinga) era filha do rei Bela IV e de Maria Láskaris, a bizantina. Santa Cunegunda, em polaco Święta Kinga e húngaro Szent Kinga, nasceu a 5 de março de 1224.
Foi uma alta expoente da nobreza húngara. Era sobrinha de Santa Edwiges e de Santa Inês de Praga; irmã das Bem-aventuradas Iolanda e Margarida; prima de Santa Isabel de Portugal; prima e cunhada da Bem-aventurada Salomé de Cracóvia; tia de São Luís de Tolosa. Muito trabalhou para a canonização de Santo Estanislau e Santa Edwiges. Nasceu em 1224. Casou-se com Boleslau V, o Casto, príncipe de Cracóvia, em 1239, vivendo com ele durante 40 anos em virgindade: durante a vida do casal, o casamento nunca foi consumado por decisão do casal, para servir melhor a Jesus Cristo. 
Cunegunda dedicou muita atenção aos pobres e desafortunados. Uma lenda associa-a à descoberta das minas de sal de Wieliczka, na Polônia e é representada nas mesmas minas de sal de Wieliczka como em visita com a família real. 
Após a morte do marido, em 1279, tornou-se Clarissa, no Mosteiro de Stary Sacz, fundado por ela e o marido em Sandeck, decidindo não querer ter qualquer papel na governação do reino e desfazendo-se de todas as suas posses materiais. Ali, porém mais tarde, precisou aceitar o cargo de abadessa. Passou o resto da sua vida em oração contemplativa, não deixando ninguém referir-se ao seu papel anterior como rainha da Polônia.
 Morreu em 24 de julho de 1292. Foi declarada padroeira da Polônia e Lituânia pelo Papa Clemente XI em 1695. Foi beatificada em 1690 pelo Papa Alexandre VIII; e canonizada pelo Papa João Paulo II em Stary Sacz no dia 16 de Junho de 1999. Sua festa é celebrada no dia 24 de julho.

sábado, 16 de novembro de 2013

Clarissa da Segunda Ordem 

(1205-1282)


   Também conhecida como Santa Inês de Praga. Nasceu em 1205 em Praga, República Tcheca. Era filha do Rei da Bohemia, hoje República Tcheca e foi educada em Trebniz pelas freiras Cistercienses. Era apenas uma garota e já demonstrava fervor e desejo de se consagrar a Deus e viver intensamente a fé cristã. Por ser muito jovem e bonita não foram raros os rapazes que desejavam desposá-la. Porem, os seus planos para o futuro eram outros. Inês recusava a todos com gentileza declarando que o seu único compromisso era com Jesus. 
 Porém um dos homens que deseja tê-la como esposa era o Imperador Frederico II. Ele era o mais insistente dos pretendentes, chegando às vezes a abordá-la para pedi-la em casamento. Como Inês percebeu que apenas suas palavras não seriam suficientes, passou a entregar-se a suas orações com mais fervor, e provar a ele e a todos que a desejassem desviá-la do seu caminho que Deus era o seu maior desejo.
   Mas eram tantos os que vinham interceder a favor do Imperador que Inês viu-se obrigada a escrever ao Papa Gregório IX para que intercedesse por ela e a ajudasse a livrar-se desse tormento. O Papa ficou admirado com a tenacidade e a fé de Santa Inês e enviou um de seus mais hábeis assessores para pessoalmente defender Inês, desencorajando o Imperador apaixonado. A firmeza com que o religioso e Santa Inês explicaram o que significava consagrar-se a Deus finalmente convenceram a Frederico II a renunciar o seu amor de homem, e ele tornou-se inclusive uma pessoa de fé inabalável.
  Santa Inês pode então ficar livre para abraçar a sua verdadeira vocação. Suas primeiras ações foram construir um hospital para os pobres, um Convento para os Franciscanos e distribuir a sua riqueza para os pobres.
   Logo em seguida fundou o Convento de São Salvador, cujos cinco primeiros membros a ingressar na Instituição foram enviados por Santa Clara de Assis. Santa Inês de Praga tomou seu hábito em 1234 e ingressou na Ordem das Clarissas. Algum tempo depois, devido a sua competência, humildade e bondade foi convidada para exercer a posição de Abadessa. A principio não queria a posição, mas mais tarde devido à insistência de Santa Clara aceitou. Dedicou 50 anos a expandir o Convento e a Ordem das Clarissas. Ela gostava de cuidar dos pobres e remendava pessoalmente as roupas dos leprosos e cuidava deles, e milagrosamente, nunca contraiu a terrível doença. Ela tinha o dom da profecia e curava vários doentes apenas com seu toque e oração e às vezes tinha visões. Apesar de nunca terem se encontrado, Santa Clara de Assis e ela trocaram extensas cartas durante duas décadas e várias dessas cartas ainda existem até hoje, e provam uma sabedora fora do comum no entendimento da Fé e de Jesus.
  Faleceu em 6 de março de 1282 no Convento São Salvador, em Praga, de causas naturais. Beatificada em 1874 pelo Papa Pio IX e canonizada em 12 de novembro de 1989 pelo Papa João Paulo II. Seu túmulo logo se tornou um local de peregrinação e vários milagres foram atribuídos a sua intercessão.




  
 



Virgem da Segunda Ordem
 (1198-1253)

  Inês era irmã de Clara, mais nova do que ela, nascida em Assis em 1198. Em princípios de abril de 1212 foi juntar-se à irmã, que quinze dias antes tinha fugido da casa paterna para abraçar o ideal franciscano e se recolher no mosteiro de Santo Ângelo, nas faldas do Subásio, perto de Assis. Os parentes, exasperados com semelhantes gestos, que consideravam um segundo atentado contra o bom nome da família, serviram-se de todos os recursos para tentarem impedi-la de realizar os seus intentos, sem excluírem mesmo a violência física: Inês chegou a ser brutalmente ferida pelo seu tio Monaldo, que teve o atrevimento de violar a clausura e a tranquilidade do mosteiro. Porém, nem mesmo a força bruta conseguiu fazer vergar a jovem. Foi São Francisco quem sugeriu para a nova consagrada o nome de Inês, porque, pela fortaleza de que dera provas, esta jovem de 15 anos recordava a valentia da mártir romana Santa Inês.

  Em 1212 São Francisco trouxe as duas irmãs para São Damião. Em 1220 Inês foi enviada para Florença, como abadessa do mosteiro de Monticelli, fundado no ano anterior. Mas muitos outros mosteiros de Clarissas se orgulham de ter hospedado a santa. Mais tarde regressou a São Damião, onde foi agraciada com uma aparição do Menino Jesus, por isso se representa por vezes Santa Inês com o menino Jesus nos braços. Em Assis Inês assistiu à morte da irmã Clara no dia 12 de agosto de 1253.

 No coro do pobrezinho convento de São Damião ainda se podem ler os nomes das primeiras companheiras que seguiram as pegadas de Santa Clara e São Francisco pelo caminho da renúncia total e absoluta pobreza. São conhecidos nomes de senhoras e jovens de Assis que em São Damião tiveram o seu primeiro ninho: Hortolana, Inês, Beatriz, Pacífica, Benvinda, Cristiana, Amada, Iluminada, Consolada… Os três primeiros nomes pertencem a mulheres da família de Santa Clara: Hortolana era a sua mãe, e Inês e Beatriz eram suas irmãs.

 


 Inês foi a primeira a seguir o exemplo da irmã Clara, quinze dias depois dela, pouco depois veio a outra irmã, Beatriz, e por fim a mãe Hortolona. Inês, além de ter sido a primeira, também foi a que mais fielmente seguiu a irmã, vivendo à sua sombra luminosa, sempre delicada e obediente, duma firmeza de caráter excepcional, quase viril, em especial na observância da pobreza. Como superiora foi terna e caridosa, mas inflexível e tenaz. Depois do regresso a São Damião, morreu serenamente três meses depois da irmã Santa Clara, a 16 de novembro de 1253, com 55 anos de idade.


Virgem da Segunda Ordem 
(1381-1447). 
  O século XVI foi fértil em movimentos de reforma em quase todas as Ordens. Enquanto os franciscanos dão vida a uma prodigiosa Observância com um grupo de grandes Santos e Apóstolos, a Ordem das Clarissas também experimentou diversas iniciativas de retorno à primitiva austeridade. Para levar a cabo tal empreendimento, de promover uma reforma intensa na vida das Irmãs Pobres de Santa Clara, escolheu Deus uma humilde e corajosa virgem da França, Coleta de Corbie.
   A sua vida foi, desde a infância, marcada pelo signo do milagre: nasceu duma mãe já idosa, teve um crescimento prodigioso e mostrou desde cedo tendência para a solidão, penitência e oração. Privada dos pais, seguiu o impulso para a vida claustral, mas, a princípio resistiu ao apelo que já recebera, de promover a reforma da Ordem, e, por isso, no seu entender como castigo, ficou durante algum tempo cega e muda. Mas, por fim, rendeu-se à vontade divina, apresentou-se ao Papa, que então se encontrava em Niza, e expôs-lhe a vontade de Deus a seu respeito. Como resultado, o próprio Papa lhe deu o hábito de Clarissa, recebeu dela a profissão da primeira regra de Santa Clara e encarregou-se de estender seu projeto de reforma a todos os mosteiros franceses de Clarissas.
  Com doçura e fortaleza, Coleta empreendeu a reforma não só das Clarissas, por mandato de Bento XIII, mas também dos Frades Menores. Reformou 17 mosteiros da II Ordem na observância da estrita pobreza preconizada pela regra de Santa Clara, à qual acrescentou Constituições. Estendeu a sua influência a 7 conventos dos Frades Menores. O resultado foi uma avalanche de novas vocações de meninas, tanto nobres quanto plebeias, que na Itália se fizeram Clarissas e na França Coletinas. Morreu santamente a 6 de março de 1447, com 66 anos de idade.



   



segunda-feira, 11 de novembro de 2013


Antes da conclusão oficial do Ano da Fé, no dia de Cristo Rei, o Santo Padre visitará, no próximo dia 21, o Mosteiro de Clausura das monjas Camaldolenses, no bairro do Aventino, em Roma.

A vida contemplativa desenvolve-se em dois momentos: “Ora et laborat”. A união entre “ação e contemplação” é um dos pontos cardeais expressa pela nossa fé. No entanto, a contemplação não dispensa dos compromissos e das preocupações. Pelo contrário, ela dá sentido à nossa lida cotidiana.

Neste sentido, a Comunidade das Monjas de Camaldoli representa esta dimensão de modo peculiar: ela está aberta aos habitantes da Cidade Eterna, mediante o serviço do Ofício Divino e a assistência aos pobres, que levam a atingir seu objetivo principal: a contemplação e a partilha. Não é possível contemplar o rosto de Cristo sem reconhecê-lo no sofrimento dos mais necessitados.

Esta visita do Papa Francisco ao Mosteiro das Camaldolenses será uma das tantas atividades realizadas durante o Ano da Fé: um ano rico de graça, que se concluirá, no próximo dia 24, com uma solene celebração Eucarística, presidida pelo Santo Padre, na Praça São Pedro.

Neste contexto, o último gesto concreto do Ano da Fé culminará, pela primeira vez, com a exposição, no Vaticano, das relíquias atribuídas a São Pedro. A fé do Apóstolo, portanto, confirmará, mais uma vez, que a porta do encontro com Cristo está sempre aberta a todos.

Fonte: Site da Radio Vaticana.

domingo, 10 de novembro de 2013

Para escutar CLICK AQUI
FM Santa Clara transmitirá ao vivo a celebração da Profissão Solene e Perpétua da nossa querida Irmã Maria Clara de Jesus.


A nossa Comunidade e os familiares da nossa querida Irmã Maria Clara agradecem a todos e a todas que se fazem presente na celebração e os que de um modo ou de outro se unem a nós espiritualmente.

O Senhor pelas mãos de Maria, Mãe e Rainha da nossa Ordem – Ela, feliz porque acreditou, interceda junto d’Ele e com os Seráficos Pais Francisco e Clara derrame sobre cada um de nós as Suas bênçãos e, de modo especial, sobre a nossa Irmã Maria Clara a graça da fidelidade: o Senhor que lhe deu o bom começo dê também a perseverança até o fim.

* A Irmã Maria Clara é a primeira vocacionada da nossa Diocese em nosso Mosteiro após a chegada das Irmãs vindas do Mosteiro de Caicó (RN). É natural da Cidade de São Miguel (RN), foi recebida em nossa Ordem aos 17 de setembro de 2006, recebeu o hábito franciscano aos 29 de Setembro de 2007 e professou os Votos Temporários no dia 1º de Novembro de 2009.

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