Ano Santo Mariano

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Celebração Eucarística recorda bispos falecidos em Aparecida - SP.

A Santa Missa no dia 24 de abril, terça-feira da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recordou os bispos falecidos desde a última Assembleia Geral, realizada no ano passado.

A celebração, que foi presidida pelo nosso bispo diocesano, Dom Mariano Manzana, foram acesas velas em memória por cada um dos bispos falecidos.

Por ocasião de sua Assembleia Geral, a CNBB alimenta em seus momentos orantes a vida e o ministério dos seus membros e faz a oração de Ação de Graças pela nomeação de novos bispos, a oração de gratidão pelo ministério dos bispos eméritos e a oração em sufrágio dos bispos falecidos.

No início da eucaristia, o arcebispo de Uberaba (MG), Dom Paulo Mendes Peixoto, afirmou que a vocação de cada bispo falecido sempre esteve a serviço da CNBB e do povo de Deus.

“Foram pastores que dedicaram suas vidas a Deus e ao seu povo. Hoje queremos colocar suas vidas nas mãos de Deus. Que possam rezar por nós para que possamos ser instrumento de construção do Reino de Deus”, afirmou.

Dom Paulo Mendes ainda afirmou que todos os 10 bispos recordados nesta celebração foram lideranças que entregaram suas vidas a Deus e as suas dioceses, paróquias e comunidades.
Em sua homilia, dom Mariano ressaltou que esta celebração é um momento de memória que nunca faltou nas Assembleias da CNBB tanto em Itaici quanto em Aparecida.

“Conforme a leitura do Ato dos Apóstolos, Estevão nos dá um testemunho de coragem. Hoje ele nos traz um grande exemplo de sua comunhão com Deus”, afirmou.

Dom Mariano afirmou que a exemplo de Estevão, os bispos recordados na celebração de hoje foram homens de fé e de coragem.

“Como Estevão, os nossos irmãos recordados hoje foram homens de coragem e verdadeiros pastores da nossa Igreja”, acrescentou.

Mais detalhes Site da CNBB e/ou no Blog da Diocese de Mossoró.

quinta-feira, 5 de abril de 2012


Caríssimos Irmãos e Irmãs, Paz e Bem!

O nosso coração rende graças ao Altíssimo Pai das misericórdias pelos 800 anos da Consagração de nossa Mãe Santa Clara, por Sua bondade e o Seu AMOR, por celebrar o Tríduo Pascal, por nossa vocação...

Na Legenda de Santa Clara, assim de exprime Celano, seu biógrafo: "mulher admirável por seu nome, Clara de palavra e virtude... A sua mãe, grávida, próxima de dar à luz, estava orando ao Crucificado diante da cruz, na igreja, para passar saudavelmente pelos perigos do parto, quando ouviu uma voz que dizia (cfr. At 9,4): Não temas, mulher, porque, salva, vais dar ao mundo uma luz que vai deixar a própria luz mais clara.

Instruída pelo oráculo, quis que a filhinha, ao renascer pelo sagrado batismo, se chamasse Clara, esperando que se cumprisse de algum modo, pelo beneplácito da vontade divina, a claridade da luz prometida...Transbordando de perfumes, mesmo fechada, sua fragrância atraía, como um cofre de aromas" (Legenda de Santa Clara). 



Nossa gratidão ao Senhor pela chama do Círio Pascal que brilhará nas mais variadas Paróquias e Capelas de nossa Diocese, os quais, na maioria deles, foram confeccionados em nosso Mosteiro... dar-se conta desta realidade nos remete à Mãe Santa Clara que "mesmo fechada, sua fragrância atraía, como um cofre de aromas" - aroma aqui podemos "substituir por LUZ, claridade... 



Desejamos que esta chama luminosa e clara chegue ao coração do Povo de Deus de nossa Diocese e de toda Igreja, como alento e perfume de suave odor de Cristo Ressuscitado, o AMOR amado tão vivamente por Francisco e Clara de Assis e hoje vocação esta confiada a nós seus filhos e filhas espalhados por todo o mundo.




Nossos votos de um Tríduo Pascal pleno da GRAÇA e do AMOR do Pai das misericórdias que nos deu o Seu Filho bendito que nos trouxe vida e vida em plenitude.
Nossa gratidão, ainda, a todos os nossos amigos e benfeitores por sua generosidade para conosco, Ele que não se vence em generosidade, os abençoe e os fortaleça sempre no BEM.
Afetuosamente em Jesus e Maria, Francisco e Clara,
 

Suas Irmãs Clarissas
do Mosteiro Fraternidade São Francisco de Assis
Mossoró - RN
BRASIL

quarta-feira, 4 de abril de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Assis, Retorno a Porciúncula

No contexto do Centenário da Consagração de Santa Clara, acontecida há 800 anos, a Basílica Papal de Santa Maria dos Anjos, na Porciúncula, hospedará, a partir de 26 de fevereiro de 2012, nos lugares das memórias franciscanas e do Museu da Porciúncula, interessante exposição dedicada a Santa Clara.

A mostra tem o objetivo de celebrar uma mulher que deixou um sinal nada indiferente na cultura, na espiritualidade e na arte, cujo carisma, ainda hoje, arrasta após si milhares de consagradas e cujo nome continua sendo venerado em todo mundo.

A exposição reúne objetos de arte, provenientes dos Mosteiros de Clarissas, de Conventos franciscanos e dos Arquivos do Museu da Porciúncula e, sobretudo, visa descrever a grandeza de Clara e sua visão profética, por meio de reproduções gráficas de miniaturas antigas, de palavras de seus antigos biógrafos e aquelas significativas palavras do Papa Bento XVI e do Beato João Paulo II.


No centro da mostra sobressai o Quadro do Mestre de Santa Chiara, excepcionalmente exposto por ocasião desse feliz aniversário. Trata-se de uma obra de incalculável valor da arte medieval e que podemos definir como ponto de referência, paradigma, de todo modo de representar a Virgem de Assis e de descrever a importância de sua figura para a espiritualidade e vida religiosa.

Observando o modo exemplar em que o anônimo Mestre de Santa Clara ofereceu a efígie da Santa à nossa contemplação, com o objetivo de imitar sua vida, resultará mais eloquente compreender quanto a arte cristã tenha sido fruto da espiritualidade do tempo e, ao mesmo tempo, tenha influenciado de maneira decisiva seus resultados.

Junto à grande pintura histórica, estão expostas algumas obras de “devoção”, dedicadas a Santa Clara, que também são provenientes de Mosteiros e Conventos franciscanos.


Dois artistas contemporâneos, Aurélio Bruni e Piero Casentini, sensíveis à espiritualidade franciscana, empenharam-se, por sua vez, em buscar pensar Clara nos fatos notáveis de sua história humana, em relação a Porciúncula e em sua imagem de referência, e de fazê-lo com um olhar contemporâneo. Numa época de incerteza iconográfica, trata-se de uma tentativa plausível e louvável, cujo resultado é extremamente valioso.

A exposição, que estará aberta até o dia 11 de agosto de 2012, foi inaugurada no domingo, dia 26 de fevereiro.

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